Conferimos a receita na ordem em que ela vaza.
Começamos pelo contrato e terminamos na glosa. A ordem não é estética: foi o que o dado do piloto mostrou. Primeiro num diagnóstico sem integração; depois, todo dia, com o nosso agente de IA.
Contrato
Lemos contrato e aditivos cláusula por cláusula e comparamos com o que a operadora aplica: tabela, reajuste, regra de múltiplos procedimentos.
No piloto: uma única cláusula mal lida valia cerca de R$ 11 mil por ano.
Conciliação
Guia por guia, cruzamos o extrato de utilização (o que foi feito) com o demonstrativo de pagamento (o que foi pago).
No piloto: 9,2% do executado em 6 meses nunca chegou ao pagamento.
Item faltante
Procuramos o que deveria acompanhar o ato e não foi lançado. Comparamos médicos da mesma clínica, na mesma operadora e no mesmo mês: a ausência aparece.
No piloto: um médico lançava taxa de sala em 92% das cirurgias de consultório; o colega da mesma sala, em nenhuma.
Glosa
Conferimos o que foi negado e preparamos o recurso quando ele se sustenta.
No piloto: 1% de glosa inicial e perda final zero. Por isso ela vem por último.
Dois PDFs do portal e o contrato.
- Extrato de utilização do portal da operadora
- Demonstrativo de pagamento dos mesmos meses
- Contrato e aditivos com a operadora
- Opcional: relatório de produção que o seu sistema já exporta
Um relatório de achados que você entende.
- Cada achado com o ato, a cláusula e o valor
- O que é certo e o que depende da operadora, separados
- Cada achado como sugestão, para a clínica aprovar ou não
- O que caiu, e o que a operadora pagou a mais
O agente de IA confere cada guia, sem ninguém precisar lembrar.
Depois do diagnóstico, conectamos o agente às ferramentas que a clínica já usa. As mesmas regras passam a rodar sozinhas, todo dia.
A equipe registra como sempre
Mesmo sistema, mesma rotina. Nada novo para aprender.
O agente confere antes do envio
Cada guia contra o contrato e contra o que costuma acompanhar aquele ato.
Grava o item, se você quiser
Em sistemas compatíveis e com o recurso ligado, lança o item com o motivo. Desligado, avisa a equipe.
Demonstrativo conciliado
Quando o pagamento chega, o agente cruza com o que foi enviado e aponta a diferença.
Só com ato registrado. O agente só grava item ligado a um ato que já está na guia.
Sem intervenção manual. Ninguém exporta, envia ou lembra de conferir.
Relatório completo. Tudo o que o agente fez, com o motivo, sempre que a clínica quiser.
O que os médicos costumam perguntar.
Vocês acessam o meu sistema ou o prontuário?
No diagnóstico, não: você baixa e envia os arquivos. Com o agente, a conexão lê só os dados necessários ao faturamento e, se a clínica ligar esse recurso, grava na guia apenas o item que faltou. O prontuário clínico não é alterado.
Vou precisar de TI ou de integração?
No diagnóstico, não: se você sabe entrar no portal da operadora, já tem tudo o que precisamos. Para o agente, pedimos um acesso às ferramentas da clínica. A configuração é nossa e a rotina da equipe não muda.
Isso não é ensinar a cobrar mais?
Não. Só apontamos o que foi feito e não foi pago, ou o que o contrato garante e não foi aplicado. Nunca lançamos o que não foi feito.
E a LGPD?
Assinamos termo de confidencialidade e LGPD antes do primeiro arquivo. Os dados servem só ao serviço contratado.
Quanto custa?
A remuneração é atrelada ao que chega na conta da clínica. Explicamos o modelo na conversa, depois de entender o seu caso.